terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Examine as Escrituras Diariamente

Em Gibeão apareceu Jeová a Salomão num sonho, de noite; e Deus passou a dizer: “Pede o que te devo dar.” Então disse Salomão: “Tu mesmo usaste de grande benevolência para com o teu servo Davi, meu pai, conforme ele andou diante de ti em verdade, e em justiça, e em retidão de coração para contigo; e continuaste a ter para com ele esta grande benevolência, de modo que lhe deste um filho para sentar-se no seu trono, como no dia de hoje. E agora, Jeová, meu Deus, tu mesmo fizeste teu servo rei em lugar de Davi, meu pai, e eu sou apenas um rapazinho. Não sei como sair e como entrar. E teu servo está no meio do teu povo que escolheste, um povo numeroso que não pode ser computado nem contado por sua multidão. E tens de dar ao teu servo um coração obediente para julgar teu povo, para discernir entre o que é bom e o que é mau; pois, quem pode julgar este difícil povo teu?”
— 1 Reis 3:5-9

Depois de dar ordens para que Salomão fosse feito rei, o idoso Davi deu a ele instruções específicas que foram seguidas fielmente. (1 Reis 1:32-35; 2:1-3) Mais tarde, Jeová apareceu a Salomão num sonho e disse: “Pede o que te devo dar.” Salomão fez um único pedido: “Tens de dar ao teu servo um coração obediente para julgar teu povo, para discernir entre o que é bom e o que é mau.” Por causa desse pedido humilde, Deus deu a Salomão o que ele havia solicitado e muito mais. — 1 Reis 3:5, 9-13.
Com as bênçãos de Jeová, o reinado de Salomão resultou num notável período de paz e prosperidade que nenhum outro governo na Terra jamais conseguiu igualar. (1 Reis 4:25) Entre os que vieram conhecer o governo de Salomão estava a rainha de Sabá e seu enorme séquito. Ela disse a Salomão: “Veraz se mostrou a palavra que ouvi na minha própria terra . . . não se me contou nem a metade. Ultrapassaste em sabedoria e em prosperidade as coisas ouvidas.” (1 Reis 10:1, 6, 7) No entanto, a sabedoria de Jesus era muito superior, de modo que ele pôde dizer corretamente sobre si mesmo: “Eis que algo maior do que Salomão está aqui.” — Mat. 12:42.
Examinemos agora aspectos do Salmo 72 para analisar que bênçãos resultarão do governo de Jesus Cristo, o Salomão Maior. (Leia Salmo 72:1-4.) Esse salmo revela o que Jeová acha do “domínio principesco” de seu Filho, o “Príncipe da Paz”, Jesus Cristo. (Isa. 9:6, 7) Sob a direção de Deus, o Salomão Maior ‘pleiteará a causa dos atribulados e salvará os filhos do pobre’. Seu governo será de paz e justiça. Quando esteve na Terra, Jesus mostrou em pequena escala o que seu futuro Reinado Milenar realizará. — Rev. 20:4.
Considere algumas das atividades de Jesus Cristo que nos dão uma ideia do que ele fará pela humanidade em cumprimento do Salmo 72. Temos bons motivos para admirar a grande compaixão que ele demonstrou pelos que sofriam. (Mat. 9:35, 36; 15:29-31) Por exemplo, certo leproso aproximou-se de Jesus e suplicou: “Se apenas quiseres, podes tornar-me limpo.” Jesus respondeu: “Eu quero. Torna-te limpo.” E o homem foi curado! (Mar. 1:40-42) Mais tarde, Jesus encontrou uma viúva cujo único filho havia falecido. Ele “teve pena”, e disse: “Levanta-te!”, e o filho levantou. Estava vivo de novo! — Luc. 7:11-15.
Jeová deu poderes a Jesus para realizar milagres. O caso de “uma mulher que já por doze anos padecia dum fluxo de sangue” ilustra isso. Embora ‘tivesse sido submetida a muitas dores, por muitos médicos, e gasto todos os seus recursos’, ela só havia piorado. A mulher infiltrou-se numa multidão e tocou em Jesus — uma violação da Lei, que proibia uma pessoa com ‘fluxo de sangue’ tocar em alguém. (Lev. 15:19, 25) Jesus percebeu que “saíra poder dele” e, por isso, quis saber quem havia tocado nele. “Amedrontada e trêmula”, a mulher “prostrou-se diante dele, e disse-lhe toda a verdade”. Percebendo que Jeová havia curado a mulher, Jesus foi bondoso com ela e disse: “Filha, a tua fé te fez ficar boa. Vai em paz e fica curada da tua doença penosa.” — Mar. 5:25-27, 30, 33, 34.
Os poderes de cura que Jesus recebeu de Deus beneficiaram os doentes, mas com certeza causaram também um tremendo impacto nos observadores. Por exemplo, muitos sem dúvida ficaram impressionados quando viram Jesus curar pessoas antes de proferir seu famoso Sermão do Monte. (Luc. 6:17-19) Quando João Batista enviou dois mensageiros para se certificar de que Jesus era o Messias, eles o encontraram ‘curando a muitos de doenças e de moléstias penosas, e de espíritos iníquos, e concedendo a muitos cegos o favor de verem’. Jesus disse então aos dois: “Relatai a João o que vistes e ouvistes: os cegos estão recebendo visão, os coxos estão andando, os leprosos estão sendo purificados e os surdos estão ouvindo, os mortos estão sendo levantados, os pobres são informados das boas novas.” (Luc. 7:19-22) Quanto encorajamento essa mensagem deve ter dado a João!
É verdade que o alívio do sofrimento proporcionado por Jesus durante seu ministério terrestre foi apenas temporário. Aqueles a quem ele curou ou ressuscitou mais tarde faleceram. No entanto, os milagres que Jesus realizou na Terra eram vislumbres do alívio permanente que a humanidade terá sob o Seu governo messiânico.
A Sentinela 2010 15/8 4º artigo de estudo; pars:3-9

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